Gamertag


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terça-feira, 9 de junho de 2026

Jornada Gamer: Um Ano Depois

Há exatamente um ano eu escrevia aqui no blog um texto chamado O Fim de uma Era.

Naquele momento, eu estava olhando para a minha relação com videogames, plataformas, conquistas e, principalmente, para a sensação de diversão. O texto nasceu porque eu havia abandonado uma temporada de Diablo 4 e aquilo me fez perceber algo que parecia contraditório: eu gostava cada vez mais de videogames e, ao mesmo tempo, estava me divertindo cada vez menos com alguns deles.

Hoje, exatamente um ano depois, resolvi revisitar aquele texto.

Não para corrigir o que escrevi.

Não para provar que estava certo.

Mas para observar o que mudou.

Porque eu gosto de ciclos.

Gosto de marcos.

Gosto de olhar para trás e perceber onde eu estava e onde estou agora.

E talvez esta seja uma das coisas mais interessantes da jornada gamer: ela muda junto com a gente.

"Os jogos continuam sendo os mesmos. Quem muda somos nós."

Capítulo 1 — Diablo 4 e o abandono que continuou

Há um ano eu escrevia sobre abandonar uma temporada de Diablo 4.

Na época eu dizia que o jogo estava me parecendo mais um trabalho do que uma diversão.

E, curiosamente, um ano depois, isso continua sendo verdade.

Ouvi falar de diversas mudanças.

Li comentários positivos.

Vi pessoas dizendo que o jogo melhorou.

Às vezes até sinto vontade de voltar para descobrir como a história continua e talvez comprar a segunda expansão.

Mas a realidade é simples.

Desde aquele texto eu não joguei mais nenhuma temporada.

E continuo sem jogá-las.

Não existe raiva.

Não existe revolta.

Apenas desinteresse.

E talvez isso seja mais definitivo do que qualquer crítica.

"Alguns jogos nos perdem aos poucos. Quando percebemos, já estamos longe."

Capítulo 2 — Diablo 3 continua vencendo

Se Diablo 4 continuou distante, Diablo 3 fez exatamente o contrário.

No texto original eu dizia que me divertia mais jogando Diablo 3 no Nintendo Switch do que Diablo 4.

Um ano depois, posso afirmar que isso não apenas continuou sendo verdade como ficou ainda mais evidente.

Desde aquele artigo eu joguei absolutamente todas as temporadas de Diablo 3.

No PC.

No Nintendo Switch.

Algumas vezes nas duas plataformas simultaneamente.

Diablo 3 continua sendo aquele jogo que eu ligo quando quero simplesmente me divertir.

Sem pressão.

Sem obrigação.

Sem a sensação de que preciso estudar uma build inteira antes de começar.

É um jogo confortável.

E talvez conforto seja algo que eu valorize muito mais hoje do que valorizava anos atrás.

"Existe uma diferença enorme entre desafio e desgaste. Diablo 3 entende isso melhor do que Diablo 4."

Capítulo 3 — Shaolin e os jogos que mudaram

No texto antigo eu falava do meu amigo Shaolin.

E ele também acabou abandonando Diablo.

Curiosamente, um ano depois continuamos tentando jogar juntos.

A diferença é que agora não estamos procurando uma nova temporada.

Estamos procurando novos jogos.

Passamos mais tempo analisando bibliotecas, catálogos e plataformas do que propriamente jogando Diablo.

Talvez seja apenas mais uma fase.

Ou talvez seja um reflexo natural de quem joga há décadas.

Nem sempre procuramos o mesmo jogo.

Às vezes procuramos apenas novas experiências.

Capítulo 4.1 — PlayStation: absolutamente nada mudou

Se existe uma seção que permaneceu congelada no tempo foi a minha PSN.

Meu Playstation 3 continua estragado.

Eu continuo sem consertá-lo.

E tudo permanece exatamente igual.

Sem novos troféus.

Sem novas horas.

Sem novidades.

É quase engraçado perceber que, entre tantas mudanças, existe um único lugar que permaneceu completamente imóvel.

Capítulo 4.2 — Android e a tirania das propagandas


Aqui aconteceu algo curioso.

Meu número de achievements aumentou bastante.

Eu tinha 63.

Hoje tenho 113.

Mas esse crescimento poderia ser muito maior.

O problema é que os jogos mobile continuam presos a uma filosofia que eu considero extremamente nociva.

Muitos deles não querem que você jogue.

Eles querem que você assista propaganda.

A jogabilidade frequentemente se torna secundária.

O desafio deixa de ser o jogo.

O desafio passa a ser tolerar anúncios.

E isso mata boa parte da diversão.

Alguns jogos sequer possuem conquistas.

Outros possuem conquistas absurdamente artificiais, desenhadas para forçar horas e horas de exposição publicitária.

E isso acaba diminuindo meu interesse pela plataforma.

"Quando o objetivo do jogo deixa de ser divertir e passa a ser vender anúncios, alguma coisa se perdeu no caminho."

Capítulo 4.3 — Nintendo e a surpresa do ano


Aqui talvez esteja a maior surpresa de toda esta retrospectiva.

Eu realmente acreditava que a ausência de conquistas diminuiria meu interesse pelo Nintendo Switch.

E, durante algum tempo, isso até aconteceu.

Mas depois algo mudou.

Voltei a jogar.

Voltei a ligar o console.

Voltei a passar horas simplesmente me divertindo.

Entre temporadas de Diablo, jogos exclusivos e experiências casuais, acumulei centenas de horas adicionais.

E percebi algo muito importante.

As conquistas são legais.

Mas elas não são obrigatórias para a diversão existir.

O Nintendo Direct de junho 26 (antiga E3) trazendo os novos jogos apresentados pela Nintendo para Switch2 e a perspectiva de revisitar franquias clássicas reacenderam uma chama que eu achei que estava diminuindo.

E isso me deixou feliz.

Capítulo 4.4 — Xbox e o breve romance com o Game Pass

 

No ano passado minha gamertag do Xbox era praticamente vazia.

Então eu assinei o Game Pass.

Joguei Firewatch.

Joguei Forza Horizon 5.

Joguei Ori.

Joguei Day of the Tentacle.

E me diverti bastante.

Mas então aconteceu algo simples.

O Game Pass ficou mais caro.

E eu percebi que não estava usando o serviço o suficiente para justificar o valor.

Resultado?

Abandonei novamente.

Minha gamertag deixou de ser vazia.

Mas continua sendo uma das menos utilizadas.

E muito provavelmente continuará assim.

Capítulo 4.5 — PC, o verdadeiro centro da minha jornada

Se existe uma conclusão clara depois de um ano é que o PC continua sendo minha principal plataforma.

Mas vale dividir isso em três partes.

GOG

Eu tinha 49 achievements.

Hoje tenho 119.

Joguei vários jogos.

Fiz alguns 100%.

Comprei DLCs.

A plataforma continua excelente.

O único problema é que muitos dos jogos não possuem conquistas.

E isso acaba diminuindo um pouco o incentivo.

Epic Games

Aqui o salto foi enorme.

Saí de 77 para 274 achievements.

Os jogos gratuitos para resgate semanal continuam sendo uma das melhores iniciativas da indústria.

A sua biblioteca na Epic cresce exponencialmente.

Mas existem limitações.

Muitos jogos não possuem conquistas.

O ecossistema mobile continua fragmentado.

Não existe uma integração consistente entre plataformas da mesma loja.

E isso faz tudo parecer uma grande gambiarra tecnológica.

Steam

A Steam venceu.

De novo.

Saí de 151 conquistas para mais de 500.

Fiz platinas.

Joguei dezenas de jogos.

Acumulei centenas de horas.

E continuo considerando a Steam o melhor lugar para jogar.

Como loja.

Como comunidade.

Como ecossistema.

Como serviço.

Ela continua anos à frente da concorrência.

"Quando penso em comprar um jogo, a Steam continua sendo meu destino natural."

Capítulo 4.6 — RetroAchievements e o potencial ainda não explorado


O RetroAchievements foi uma das descobertas mais interessantes dos últimos anos.

Eu tinha 187 achievements.

Hoje tenho 327.

Mas o número de jogos cresceu pouco.

Saí de 30 para 34 jogos.

Existe potencial aqui.

Principalmente agora que o Nintendo Wii começou a receber suporte.

Talvez seja uma das áreas que cresçam levemente mais no próximo ciclo.

Talvez não.

Mas certamente continuarei observando.

Conclusão — Mais diversão, menos obrigação

Quando publiquei O Fim de uma Era, eu estava registrando um ponto de virada.

Hoje percebo que aquele texto foi realmente o encerramento de uma fase.

Porque a maior diferença entre o jogador que escreveu aquele artigo e o jogador que escreve este não está nos números.

Não está nas plataformas.

Não está nas conquistas.

Está na forma como eu encaro tudo isso.

Há um ano eu não queria jogar nada sem achievements.

Hoje eu prefiro que existam achievements.

Mas consigo perfeitamente jogar sem eles.

Há um ano eu sentia necessidade de perseguir alguns 100%.

Hoje eu paro quando me sinto satisfeito.

Quando gosto do jogo, continuo.

Quando não gosto, sigo em frente.

E isso talvez tenha sido a maior conquista desse período.

Não os números.

Não as platinas.

Não os troféus.

Mas recuperar algo que eu não percebia estar perdendo.

A diversão.

Se daqui a um ano eu voltar para esta postagem novamente, espero encontrar mais jogos, mais histórias, mais plataformas e mais conquistas.

Mas principalmente espero encontrar a mesma coisa que encontrei neste último ano.

A vontade de continuar jogando.

Finalizando esse texto, assim como no ano passado deixarei a foto passada e atual de minha gamertag, entre essas duas imagens existe um ano inteiro de diversão e muitas histórias que não cabem no que escrevo, mas que vivem no que sinto.

 

"No final das contas, a melhor conquista continua sendo apertar o botão de jogar e se divertir."

segunda-feira, 23 de março de 2026

Nostalgia versus diversão — um velho jogador tentando lembrar como se diverte

Existe uma sensação curiosa que tem me acompanhado nos últimos dias. Não é exatamente frustração, nem exatamente nostalgia. É algo no meio — uma espécie de desconforto silencioso, como quando você veste uma roupa antiga que ainda serve, mas não encaixa mais do mesmo jeito.

Antes de qualquer coisa, eu sei que estou atrasado com a série de Harry Potter aqui no blog. O quarto livro já começou a ganhar forma em rascunhos espalhados entre abas, pensamentos e pequenas anotações mentais que eu ainda não consegui organizar completamente. Mas isso volta. Provavelmente na próxima semana. Sempre volta.

Mas enquanto isso… outras coisas aconteceram. Pequenas, mas suficientes para me fazer pensar mais do que eu esperava.

"Nem toda pausa é atraso. Às vezes, é só a vida tentando reorganizar o que você ainda não entendeu."

Capítulo 1 — O retorno do Butcher e a promessa da diversão

Diablo 4 trouxe uma nova temporada. E dessa vez, ela veio com algo que mexe direto com uma memória específica — quase infantil. A possibilidade de se transformar no Butcher. Não qualquer inimigo. Não qualquer referência. O Butcher.

Eu me lembro da primeira vez que entrei naquela sala ensanguentada em Diablo 1. O silêncio estranho antes do impacto. A sensação de que algo estava errado… e então aquela presença. Não era só um inimigo. Era medo puro traduzido em pixels.

Depois, anos mais tarde, o trailer de Diablo 3. E ali estava ele de novo. Atualizado, mais grotesco, mais pesado. Mas ainda o mesmo símbolo de caos que ficou gravado na minha cabeça.

E então Diablo 4, com suas aparições inesperadas no meio das masmorras. Aquela sensação de “não era pra você estar aqui agora”. Aquela quebra do ritmo. Aquela tensão.

Quando anunciaram a temporada com ele como mecânica central… parecia perfeito.

Parecia.

"A nostalgia não revive o passado — ela só colore o presente com lembranças que já não existem mais."

Capítulo 2 — Quando o jogo começa a te perder sem fazer barulho

Eu comecei animado. As primeiras transformações em Butcher foram genuinamente divertidas. Poder, impacto, sensação de controle. Tudo aquilo que um jogo desse tipo deveria entregar.

Mas algo começou a acontecer. De forma silenciosa. Sem aviso.

O jogo começou a me perder.

Não foi uma ruptura. Não foi um momento específico onde eu pensei “não quero mais jogar”. Foi mais sutil. Eu simplesmente fui deixando de abrir o jogo. Um dia. Depois dois. Depois… já não fazia mais parte da rotina.

E o mais curioso é que eu não sabia explicar o porquê.

Não era um jogo ruim. Não era mal feito. Não era tecnicamente inferior. Mas existia algo ali que não estava mais encaixando em mim.

"Nem todo abandono acontece por decepção. Às vezes, é só o silêncio entre você e aquilo que antes fazia sentido."

Capítulo 3 — O reencontro inesperado com algo mais simples

Foi durante uma arrumação qualquer aqui em casa que isso ficou mais claro. Tirei o Nintendo Switch da sala, trouxe para o quarto. Liguei sem expectativa nenhuma, mais por hábito do que por intenção.

E lá estava. O cartucho de Diablo 3. Meio esquecido. Meio ignorado.

Coloquei.

Criei um necromante — uma classe que eu praticamente não explorei na época em que joguei mais intensamente. E comecei.

E foi ali que algo fez sentido de novo.

Existe um termo chamado game feel. Aquela sensação tátil, emocional e quase física de jogar algo. Não é só mecânica. Não é só gráfico. É o jeito como o jogo responde à sua existência dentro dele.

E o Diablo 3… ele entende isso.

Logo no início, você já sente poder. Já sente impacto. Já sente que você está ali para destruir, não para sobreviver.

O altar dos ritos acelera o começo. As armas vêm rápido. As habilidades fluem. E tudo isso constrói uma sensação muito específica:

Você está jogando um videogame.

"Às vezes, o que a gente procura não é desafio. É só a sensação de que ainda sabe se divertir."

Capítulo 4 — O peso das escolhas e o cansaço de pensar demais

Diablo 4, por outro lado, exige.

Cada habilidade importa demais. Cada escolha pesa demais. Cada erro pune demais.

E isso… cansa.

Não porque seja ruim. Mas porque nem sempre é isso que eu quero quando ligo um videogame.

Existe uma diferença muito grande entre desafio e desgaste. E talvez eu esteja em um momento da vida onde essa linha ficou mais sensível.

No Diablo 3, se eu quiser complicar, eu complico. Eu aumento a dificuldade. Eu crio o desafio.

No Diablo 4, o jogo decide por mim.

E isso muda tudo.

Porque às vezes… eu só quero chegar em casa, ligar o videogame e matar demônios sem precisar pensar tanto.

Sem precisar otimizar cada decisão.

Sem precisar ser eficiente.

Só… jogar.

"Crescer não é parar de gostar de jogar. É começar a escolher quando você quer pensar — e quando você só quer sentir."

Capítulo 5 — O controle nas mãos e a diferença que ninguém fala

Tem também um detalhe que parece pequeno, mas não é.

Jogar Diablo 3 no console.

O controle na mão. O corpo mais relaxado. A distância da tela. A ausência da postura rígida do teclado e mouse.

Existe algo nisso que transforma completamente a experiência.

O videogame deixa de parecer uma extensão do trabalho — e volta a ser… entretenimento.

Talvez não seja sobre qual versão do jogo é melhor. Ambos são Diablo 3, com os mesmos personagens, builds, temporadas e enredo.

Mas de novo, ter o jogo no PC e no Console me dá escolha, a escolha de naquele momento jogar no joystick.

Talvez não seja uma disputa entre PC vs Consoles.

Talvez seja apenas sobre como eu quero me sentir enquanto jogo.

"O jeito que você joga muda o que o jogo significa."

Conclusão — Entre quem eu fui e quem eu sou jogando

Talvez a verdade seja mais simples do que eu gostaria de admitir.

Eu não estou buscando o mesmo tipo de experiência que eu buscava antes.

O jogador que enfrentava dificuldade extrema, que queria ser punido, que queria provar algo… ainda existe. Mas ele não é mais o único.

Hoje existe outro também.

Um que chega cansado.

Um que já pensou demais durante o dia.

Um que não quer provar nada para ninguém.

Nem para o jogo.

Nem para si mesmo.

Eu ainda gosto de Diablo.

Mas talvez… eu goste mais da sensação de me divertir do que da ideia de vencer um desafio.

"No fim, não é sobre o jogo. É sobre quem você se tornou enquanto ainda tenta jogar."

segunda-feira, 10 de março de 2025

Diablo 4 – Temporada 7: Uma Experiência mais Fluida, mas Ainda Repetitiva

 

 "As bruxas não se queixam, elas encantam." – Desconhecido

A Temporada 7 de Diablo 4 começou muito melhor do que as anteriores. Desde o início, tive a sensação de que tudo estava mais dinâmico, mais rápido – especialmente nos primeiros momentos do jogo. Foi possível montar um set rapidamente, o que deixou a progressão inicial bem mais divertida e menos arrastada.

Essa foi a primeira vez que joguei de Rogue, e acabei criando uma build muito parecida com a de Terras do Pavor que eu usava no Diablo 3. Isso fez com que eu me sentisse confortável desde o começo, o que tornou essa jornada inicial ainda mais envolvente. Os efeitos de bruxaria da temporada também estavam bem interessantes – especialmente para alguém como eu, um jogador casual, que busca diversão sem precisar dedicar horas em atividades monótonas.

Quando o Jogo Começou a Perder a Graça...

No entanto, conforme fui avançando na jornada da temporada, a diversão foi dando lugar à repetição. No Suplício 4, especialmente nos últimos capítulos da jornada, o jogo começou a ficar bem maçante. Me vi obrigado a fazer tarefas repetitivas e enfrentar desafios com um nível de dificuldade que não era exatamente o que eu buscava. Eu não queria entrar na corrida pelos níveis meta, só queria jogar no meu ritmo, explorar e me divertir.

No final da temporada, o jogo exigia trocar de build para algo mais otimizado, e essa necessidade de seguir um caminho específico para avançar me desanimou. Eu queria manter a build que gostei desde o início, mas ela não era forte o suficiente para os desafios finais da temporada. E o resultado foi que, mesmo curtindo bastante o começo, terminei a jornada já enjoando um pouco do jogo.

Conclusão: Valeu a Pena?

Ainda assim, essa foi a melhor temporada que joguei nos últimos meses de Diablo 4. A progressão inicial foi agradável, os itens cosméticos estavam bem legais, e o sistema de recompensas foi mais interessante do que nas temporadas anteriores.

A temporada ainda tem mais um mês pela frente, e talvez eu jogue mais um pouco – ou talvez não. O importante é que estou satisfeito com a experiência que tive até aqui. Diablo 4 segue sendo um jogo que me diverte, mas espero que futuras temporadas consigam equilibrar melhor a diversão casual com os desafios para quem gosta de avançar mais a fundo.

E você, como tem sido sua experiência na Temporada 7? Compartilhe nos comentários!