Gamertag


quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Ecos do Passado - 1958 - part1

Billboard Hot 100 – 1958: O primeiro ano unificado

1958 foi o ano em que a Billboard consolidou todas as métricas — vendas, rádio e jukebox — em uma lista única. Nasce oficialmente o Hot 100; e, com ele, um novo jeito de medir a música.

“Um ranking que unifica o que o país ouviu, comprou e quis repetir.”

Top 10 de 1958

  1. Volare (Nel blu dipinto di blu) – Domenico Modugno
  2. All I Have to Do Is Dream / Claudette – The Everly Brothers
  3. Don't / I Beg of You – Elvis Presley
  4. Witch Doctor – Ross Bagdasarian
  5. Patricia – Perez Prado
  6. Sail Along, Silv'ry Moon / Raunchy – Billy Vaughn
  7. Catch a Falling Star / Magic Moments – Perry Como
  8. Tequila – The Champs
  9. It's All in the Game – Tommy Edwards
  10. Return to Me – Dean Martin

Modugno estreou trazendo “Volare” da Europa ao mainstream dos EUA; The Everly Brothers viraram referência em harmonia vocal; Elvis reafirmou seu poder no pop. Cada faixa carrega um pedaço do mosaico 58.

Top 50 completo (Billboard Year-End 1958)

# Música Artista
1Volare (Nel blu dipinto di blu)Domenico Modugno
2All I Have to Do Is Dream / ClaudetteThe Everly Brothers
3Don't / I Beg of YouElvis Presley
4Witch DoctorRoss Bagdasarian
5PatriciaPerez Prado
6Sail Along, Silv'ry Moon / RaunchyBilly Vaughn
7Catch a Falling Star / Magic MomentsPerry Como
8TequilaThe Champs
9It's All in the GameTommy Edwards
10Return to MeDean Martin
11It's Only Make BelieveConway Twitty
12The Purple People EaterSheb Wooley
13Bird Dog / Devoted to YouThe Everly Brothers
14Get a JobThe Silhouettes
15Little StarThe Elegants
16Twilight TimeThe Platters
17Stood Up / Waitin' in SchoolRicky Nelson
18He's Got the Whole World in His HandsLaurie London
19SecretlyJimmie Rodgers
20At the HopDanny & the Juniors
21Yakety YakThe Coasters
22Wear My Ring Around Your Neck / Doncha' Think It's TimeElvis Presley
23Rockin' Robin / Over and OverBobby Day
24Poor Little FoolRicky Nelson
25A Wonderful Time Up There / It's Too Soon to KnowPat Boone
26Just a DreamJimmy Clanton
27SugartimeThe McGuire Sisters
28Tom DooleyThe Kingston Trio
29Sweet Little SixteenChuck Berry
30Topsy II / Topsy ICozy Cole
31Looking Back / Do I Like ItNat King Cole
32Book of LoveThe Monotones
33Tea for Two Cha ChaTommy Dorsey Orchestra & Warren Covington
34Tears on My PillowLittle Anthony and the Imperials
35Short ShortsThe Royal Teens
36Great Balls of FireJerry Lee Lewis
37LollipopThe Chordettes
38Splish SplashBobby Darin
39Who's Sorry Now?Connie Francis
40My True Love / LeroyJack Scott
41Endless SleepJody Reynolds
42Do You Want to Dance?Bobby Freeman
43WhenThe Kalin Twins
44To Know Him Is to Love HimThe Teddy Bears
45April LovePat Boone
46Rebel-'RouserDuane Eddy
47Oh JulieThe Crescendos
48The StrollThe Diamonds
49Hard Headed Woman / Don't Ask Me WhyElvis Presley
50Peggy SueBuddy Holly
“O ano em que um festival de estilos domine o topo: da ópera pop italiana ao rock tardio de Buddy Holly.”

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Ecos do Passado - Piloto

Ecos do Passado – Introdução à Série

Antes de qualquer acorde no presente, existem notas que ainda ecoam de décadas atrás. Essa série nasce do desejo de ouvir a história para inspirar o agora.

“Revisitar as músicas mais tocadas do passado é como abrir as janelas de um estúdio para o vento da história.”

A proposta

Ecos do Passado é uma jornada musical onde cada ano ganha um post próprio. De 1958 em diante, vamos revisitar o Billboard Hot 100, mergulhar no Top 10 e observar o que moldava a sonoridade de cada época.

Não é apenas uma lista de hits: é uma escuta atenta. A ideia é analisar instrumentação, arranjos e estilos que marcaram as canções mais ouvidas. Depois, transformar isso em inspiração prática dentro do meu Home Studio com a SMK-25 e o FL Studio 2024.

O elo com Michael Jackson

Essa viagem também é uma forma de entender o universo sonoro que cercou Michael Jackson e seus irmãos: - O nascimento do Hot 100 em 1958, mesmo ano em que Michael nasceu. - Os anos 60 e 70, quando o soul e o funk abriram espaço para o Jackson 5. - A explosão do pop, disco e R&B que ecoa em Off the Wall, Thriller e além.

Cada capítulo será também uma lente para enxergar de onde vinham os ecos que moldaram sua carreira.

Como será na prática

  • Um Top 10 comentado – destacando instrumentos e arranjos.
  • Uma tabela completa do Top 100 – registro histórico.
  • Um exercício prático no Home Studio – recriar grooves, timbres e texturas.
  • Uma reflexão final – como esses sons dialogam com meu presente criativo.

Próximo passo

O ponto de partida será o ano de 1958 — quando a Billboard unificou vendas, rádios e jukeboxes no primeiro Hot 100. É também o ano em que nasceu Michael Jackson. Um marco duplo: para a história da música e para quem a transformaria nas décadas seguintes.

“Ecos do passado são sementes do presente. Cada batida antiga pode se tornar um loop novo no meu estúdio.”

domingo, 31 de agosto de 2025

Entre Cabos e Silêncios – Capítulo 2

Entre Cabos e Silêncios – Capítulo 2: Primeiros Sons no FL Studio 2024

Depois de ligar a SMK-25, era hora de transformar o silêncio em som. Um programa em branco, um teclado em mãos, e a promessa de um estúdio que começa a respirar.

“Todo começo é tímido, mas até o silêncio aprende a falar quando a primeira nota se arrisca a nascer.”

1) Abrindo o FL Studio pela primeira vez

Com o FL Studio 2024 recém-instalado, a tela inicial parece um universo confuso de botões e janelas. Mas é aqui que tudo começa. O programa já vem pronto para reconhecer controladoras MIDI automaticamente, mas precisamos garantir que a SMK-25 esteja visível.

2) Conectando a SMK-25

  1. Conecte a SMK-25 via cabo USB direto no computador.
  2. Espere alguns segundos para o sistema reconhecer. A maioria das versões modernas do Windows/Mac não precisa de driver adicional.
  3. Abra o FL Studio — se tudo correu bem, ele já “escuta” sua SMK-25, mesmo que ainda não haja som.

3) Configurando a controladora no FL Studio

No menu superior, siga o caminho:

  • Options > MIDI Settings

Aqui aparece a lista de dispositivos. Procure por algo como “SMK-25” ou simplesmente “USB MIDI Device”.

  • Na seção Input: selecione o dispositivo e clique em Enable.
  • Na seção Controller type: se não houver perfil específico para SMK-25, mantenha generic controller.

4) Carregando o primeiro instrumento

Agora precisamos dar uma “voz” à controladora. Sem instrumento carregado, as teclas tocam o vazio.

  1. No Channel Rack, clique em Add > More plugins…
  2. Escolha um instrumento nativo, como o FL Keys (piano básico).
  3. Pressione uma tecla na SMK-25 — se tudo deu certo, você já ouvirá as primeiras notas.
“Não importa se é apenas um piano genérico. A primeira nota é sempre maior que qualquer orquestra.”

5) Testando os pads

Os pads da SMK-25 podem acionar sons de bateria no FL Studio:

  1. No Channel Rack, adicione um instrumento de percussão, como o FPC (controlador de samples de bateria).
  2. Cada pad dispara um som: bumbo, caixa, hi-hat…
  3. Se os pads não coincidirem com a bateria, ajuste no MIDI mapping (clicando com o botão direito no FPC e escolhendo Map Notes).

6) Gravando a primeira track

  1. No topo da tela, ative o botão Record.
  2. Escolha “Notes and Automation”.
  3. Clique em Play e toque algumas notas na SMK-25.
  4. Ao parar, o que você tocou aparece como uma faixa MIDI no Piano Roll.

É assim que o vazio começa a se encher de forma. Uma simples melodia gravada já é o esboço de uma canção.

Resumo

  • Conectar a SMK-25 via USB.
  • Habilitar em Options > MIDI Settings.
  • Carregar um instrumento (ex.: FL Keys).
  • Tocar e ouvir as primeiras notas.
  • Testar pads no FPC.
  • Gravar no Piano Roll.

Esse é o verdadeiro primeiro passo no FL Studio 2024: do silêncio à primeira track.

sábado, 30 de agosto de 2025

Streamings e propagandas

Streamings, Propagandas e o Estranho Gosto de Voltar à Pirataria

Um desabafo sobre a ruptura da experiência em tempos de serviços pagos cheios de interrupções.

Na minha última insônia, decidi assistir a mais um episódio de A Hora do Demônio, no Amazon Prime Video — uma série que, inclusive, tenho comentado em alguns posts por aqui.

Geralmente assisto pelo navegador do computador, onde uso um adblocker. Mas naquela noite, liguei a TV e deixei rodar direto por lá. Foi então que levei um choque. Um incômodo real. Um serviço de streaming pago, interrompido por várias propagandas. Sim, num serviço pago.


📺 Um salto no tempo: da TV aberta à promessa da assinatura

Lembrei imediatamente de uma época distante. Quando assistíamos TV aberta e as propagandas eram aquele momento de raiva, pausa, frustração. A promessa da TV por assinatura parecia mágica: você pagaria para assistir o conteúdo e, portanto, não teria mais comerciais. Uma troca justa, não?

Mas isso durou pouco. Logo, as propagandas também estavam na TV por assinatura. O consumidor pagava... e continuava assistindo comerciais. Aquela primeira quebra de confiança.

Foi nesse cenário que a pirataria cresceu em massa. Os sites piratas eram a alternativa para quem não podia pagar ou simplesmente não suportava tantas limitações. Claro, vinham com seus próprios desconfortos: propagandas em excesso, pop-ups irritantes, risco de vírus. Era um terreno instável — mas era um refúgio.


🌐 A revolução que prometeu paz: o streaming

E então veio o streaming. Ou melhor, veio o Netflix.

Ele não foi o primeiro da história, mas foi o primeiro a fazer sentido. Um catálogo vasto, acessível, com qualidade — e, o principal: sem propagandas. Pela primeira vez, o conforto venceu a pirataria.

Lembro bem de como isso mudou minha relação com o audiovisual. Antes, eu caçava episódios americanos, baixava arquivos, pegava legendas em sites separados... tudo por não ter acesso. Cheguei a comprar DVDs e Blu-rays importados de títulos raros, quando podia. Mas era trabalhoso. Era um ritual de quem queria muito consumir cultura.

Com o streaming, bastava clicar. A praticidade venceu. Eu não queria mais “pular” de site em site atrás de links quebrados. Eu queria sentar, escolher e assistir em paz. E por um tempo, foi exatamente isso que o streaming ofereceu.


📉 A fragmentação e o retorno da insatisfação

Mas então começaram os sinais.

Outros serviços surgiram, e o catálogo foi fatiado. O que antes estava no mesmo lugar, agora exigia cinco assinaturas diferentes. E os preços aumentaram. E as exclusividades chegaram. E os cancelamentos também.

E agora — o golpe mais baixo: propagandas em serviços pagos.

Ontem, ao assistir pela TV, no meio de uma cena tensa da série — uma daquelas em que o silêncio constrói o medo — veio uma propaganda alegre, colorida, barulhenta. Num volume absurdo, com clima de comercial de supermercado. Foi um soco. Um desrespeito.

“Como alguém achou que seria uma boa ideia inserir uma propaganda de margarina no meio de uma cena de possessão demoníaca?” – anotações da madrugada

Obviamente, eles oferecem um plano “sem anúncios”. Mas por um preço ainda maior. E sinceramente? Eu não acredito mais nessa promessa.

Já vimos isso antes. A publicidade sempre acha um jeito de entrar. Entrou na TV por assinatura. Entrou nos sites de vídeo. Entrou até nos jogos. Por que não voltaria aos planos “premium”? Hoje você paga mais por paz. Amanhã, nem pagando terá.


💾 A pirataria pode voltar — não por necessidade, mas por paz

O que me incomoda não é só a propaganda. É a ruptura da experiência. É o corte sem sentido. O contraste de tons. A quebra de ritmo. E a ideia de que eu estou pagando por isso.

Ironia dos tempos: os sites piratas agora oferecem uma experiência mais contínua do que os serviços legais. Você entra, dá o play, e assiste sem interrupção. E não porque são éticos — mas porque, nesse momento, eles respeitam mais o espectador do que os serviços oficiais.

“A pirataria que nasceu da falta de acesso, agora pode renascer da falta de respeito.” – pensamentos entre um bloco de propaganda e outro

📀 Mídia física: um conforto que virou relíquia

Infelizmente, a indústria de compra de filmes e séries está quase morta. Seria tão mais simples poder comprar o box da série, colocar no player e assistir em paz. Sem depender de conexões, atualizações, contas e… comerciais. Mas tentar isso hoje é nadar contra a maré.

O que resta é um paradoxo: serviços pagos oferecendo uma experiência inferior àquela que tentaram combater. E o espectador, mais uma vez, voltando a procurar meios alternativos — não pela economia, mas pela paz mental.


Streamings, escutem isso:
O que nos fez abandonar a pirataria foi o conforto. O que pode nos fazer voltar… é o desconforto.

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

SMK-25: Mapa completo dos controles

Entre Cabos e Silêncios — Capítulo 1.1 (SMK-25): Mapa completo dos controles

Meu Home Studio começa aqui: 25 teclas, 8 pads, 8 knobs — e a vontade de transformar silêncio em rascunho de música.

“Às vezes, a grandeza mora no que cabe na palma da mão.”

1) Teclas (25) — sensíveis à velocidade

As 25 teclas enviam nota MIDI com velocity (dinâmica). O toque forte/leve altera a intensidade. Ideal para rascunhar melodias, baixos e harmonias rapidamente.

  • Tipo: notas MIDI (velocity).
  • Uso comum: tocar instrumentos virtuais (pianos, synths, baixos, etc.).
  • Dica: combine com Octave ± para alcançar registros graves/agudos sem trocar de patch.

2) Strips de Expressão (Pitch & Mod)

No canto esquerdo superior há dois touch strips verticais:

Controle Função padrão Mensagem MIDI Uso prático
Pitch Dobra/afina a nota temporariamente Pitch Bend Vibratos, slides, expressão em leads/solos
Mod Modulação do timbre CC1 (Mod Wheel) — geralmente Abrir LFOs, vibrato, intensidade de efeitos

3) Transporte & Navegação

Os botões de transporte agilizam a gravação na DAW; os de oitava expandem o alcance do teclado:

Botão Função MIDI Observações
Play Inicia reprodução MMC/CC (conforme mapeamento) Integra com transporte da DAW
Stop Para reprodução MMC/CC (conforme mapeamento) Pode voltar ao início, conforme DAW
Rec Arma/aciona gravação MMC/CC (conforme mapeamento) Útil para capturar ideias sem soltar o teclado
Octave + Sobe uma oitava Interno (transposição) Combina com pads/knobs — não altera timbre
Octave − Desce uma oitava Interno (transposição) Útil para baixos e regiões graves

4) Pads de Performance (1–8)

Os 8 pads (duas linhas de 4) disparam notas/samples. Em muitos mapeamentos aceitam velocity e podem alternar bancos.

Pad Função padrão Mensagem MIDI Uso prático
Pad 1Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Kick ou sample 1
Pad 2Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Snare ou sample 2
Pad 3Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Hi-hat ou sample 3
Pad 4Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Perc/FX ou sample 4
Pad 5Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Kick alt. ou sample 5
Pad 6Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Snare alt. ou sample 6
Pad 7Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)Hi-hat alt. ou sample 7
Pad 8Disparo de nota/sampleNota/CC (mapeável)FX/loop ou sample 8

5) Knobs rotativos (1–8)

Oito knobs mapeáveis, ideais para parâmetros de instrumento/efeito. Cada knob envia um CC configurável na maioria dos perfis.

Knob Função (default) MIDI CC Sugestão de uso
Knob 1Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoCutoff (filtro)
Knob 2Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoResonance
Knob 3Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoAttack/Decay
Knob 4Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoReverb
Knob 5Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoDelay
Knob 6Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoVolume canal
Knob 7Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoPan
Knob 8Parâmetro mapeávelDefinido no mapeamentoMacro/FX master

6) Botões de Função (modos/recursos)

No desenho do manual aparecem botões dedicados a recursos como Arpeggiator, Latch/Gate/Tap/Swing/Tempo, seleção de escala/tons e possivelmente alternância de bancos (Pads/Knobs). A rotulagem pode variar por revisão do modelo.

  • ARP (On/Off): liga o arpejador interno.
  • Latch: mantém o arpeggio tocando sem segurar a tecla.
  • Gate: ajusta duração das notas do arpeggio.
  • Tap/Swing/Tempo: define tempo por tap e balanço (swing).
  • Escalas/Tonalidades: opções como Major, Minor, variações (ex.: 7th, 9th), e Random/Off.
  • Bancos: alternância de banco de Pads e/ou Knobs (quando disponível).

Preciso do trecho textual do seu manual para nomear exatamente cada botão dessa linha (posso inserir na íntegra depois, sem risco de erro).

7) Conexões traseiras

Conexão Descrição Observações
POWER Liga/Desliga (quando presente) Alguns modelos alimentam via USB
USB Conexão ao computador/DAW MIDI via USB (class compliant)
SUSTAIN Entrada para pedal (sustain) Polarity pode precisar de ajuste no pedal

Fluxo rápido de uso

  1. Conectar via USB (a maioria das DAWs reconhece automaticamente).
  2. Verificar entrada MIDI na DAW (SMK-25 como dispositivo).
  3. Inserir um instrumento virtual e tocar pelas teclas.
  4. Mapear pads para bateria/samples; mapear knobs para filtros/FX.
  5. Usar Octave ±, Pitch e Mod para expressão.
  6. (Opcional) Ativar arpejador e ajustar Latch/Gate/Swing/Tempo.
“O estúdio em casa não é feito de paredes, mas de silêncios quebrados.”