Jornada Gamer – Sable, o Chamado Estético do Desconhecido
Primeiras impressões de um jogo que ainda não toquei, mas que já me acena com promessas visuais e conquistas pixeladas.
Introdução – O Encontro na Loja
Essa semana, navegando na Epic como quem passa os dedos em prateleiras de vinil numa loja esquecida, me deparei com Sable. Era o jogo gratuito da vez. Um nome que eu já tinha ouvido em alguma conversa ou vídeo antigo, mas nunca fui atrás. Não sei por quê. Talvez fosse o nome curto demais. Ou a falta de urgência dos trailers. Mas ali, naquela quinta-feira cinza, cliquei, seguindo meu ritual semanal de coletas de jogos gratuitos.
A página do jogo abriu e, pela primeira vez em dias, minha atenção não pulou de janela em janela. Fiquei ali. Observando. As imagens me pegaram de imediato. Um deserto amplo, figuras humanas estilizadas, sombras duras. Uma estética que não tenta emular a realidade, mas sim esculpir sensação. Algo entre um graphic novel vivo e uma cutscene que se recusa a terminar.
“Sable parece o tipo de jogo que não te empurra. Te convida.”
Capítulo 1 – As Marcas de Um Jogo Que Ainda Não Joguei
Não joguei. Não testei. Não instalei. Mas já senti alguma coisa. Vi que o jogo tem conquistas. E, num mundo onde os jogos da Epic muitas vezes chegam sem esse detalhe que pra mim é tão simbólico, esse ponto me pegou.
Conquistas não são só marcações. São rastros de permanência. E saber que posso deixar pegadas digitais em Sable já o faz parecer mais meu. Isso, somado à excelente nota na crítica e à estética que me remete imediatamente ao Red Steel 2 do Wii — com aquele cel shading austero e cheio de personalidade — faz meu interesse sair da apatia e encostar no desejo. Não é hype. É curiosidade afiada.
Vejo a protagonista atravessando aquele deserto em sua hoverbike, e me dá vontade de saber quem ela é. O jogo promete uma jornada de descoberta, mas também me parece propor um ritmo diferente. Não é loot, não é grind, não é urgência. É travessia. E isso tem me feito falta.
“Tem jogos que você deseja jogar. Outros que você precisa. Sable, talvez, seja o segundo.”
Conclusão – O Início Antes do Início
Ainda não joguei mas já deixei espaço mental reservado pra ele. Estou jogando alguns jogos na epic (assunto para um outro post) mas chegarei em breve a Sable. Porque esse jogo, diferente de tantos que aparecem e somem, parece carregar alguma verdade. E mesmo sem saber qual, já me sinto parte da sua travessia.
Primeiras impressões são isso: suposições com perfume de memória. E a minha impressão de Sable é de que há algo lá dentro esperando por mim. E quando eu encontrar, não vou precisar correr. Basta caminhar.




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