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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban — Capítulo 13

Capítulo I — Fraturas que ainda doem

O capítulo começa onde o anterior deixou suas marcas: Rony e Hermione continuam brigados. Perebas desapareceu. Bichento é o suspeito natural. E Harry, no meio disso tudo, tenta ser ponte — mas acaba sendo apenas espectador de um afastamento que cresce.

Hermione se afasta. Não com escândalo. Mas com cansaço. Existe algo de pesado nela — não apenas o conflito com Rony, mas o excesso de aulas, o esgotamento, a solidão silenciosa.

Às vezes a amizade não se rompe de uma vez. Ela se desgasta.

E o livro, mais uma vez, desacelera para mostrar tensão humana antes de acelerar para o espetáculo.

Capítulo II — A Firebolt e a retomada do controle

O Quadribol se aproxima. A partida é decisiva. E Harry, agora com a Firebolt oficialmente liberada, precisa transformar frustração em foco.

Ele tenta animar Rony. Convida-o para experimentar a vassoura. E esse gesto é importante: Harry não quer apenas vencer. Ele quer restaurar algo no grupo.

A Firebolt responde como prometido. É rápida. É precisa. É quase uma extensão do próprio Harry. Ele não apenas voa — ele domina.

Às vezes recuperar um instrumento é recuperar parte da confiança.

Capítulo III — O jogo e a tensão do pomo

Chega o jogo. A Grifinória precisa vencer. A lógica é simples: quem pegar o pomo, define a partida.

Cho Chang surge como adversária rápida, inteligente. Ela passa a marcar Harry, quase como um duelo aéreo. Não é apenas velocidade — é estratégia.

Harry vê o pomo. Mas junto dele, vê dementadores.

E aqui acontece algo decisivo: ele não hesita.

Ele ergue a varinha. Conjura o Patrono. E segue.

Quando o medo já foi enfrentado, ele perde o poder de paralisar.

Harry não sente o desespero da última vez. Não desmaia. Não cai. Ele continua. E pega o pomo.

Vitória. Comemoração. Abraços. Catarse.

Capítulo IV — O falso terror

Lupin elogia o Patrono. Mas logo vem a revelação: não eram dementadores reais.

Eram Malfoy e seus amigos, vestidos para assustar Harry.

A tentativa de humilhação termina em detenção. A Sonserina perde pontos. A Grifinória celebra.

Às vezes o medo que enfrentamos não é tão grande quanto imaginávamos.

E o capítulo parece terminar em festa. Mas não termina.

Capítulo V — O grito na madrugada

A noite chega. E com ela, um grito.

Rony desperta apavorado. Ele viu Sirius Black. Com uma faca. Dentro do dormitório.

Por um momento, todos pensam ser pesadelo. Exagero. Imaginação.

Mas a professora Minerva questiona o novo retrato guardião — Sir Cadogan — e ele confirma: deixou alguém entrar.

Porque essa pessoa tinha as senhas.

O perigo não precisa arrombar portas quando tem a chave.

E então a lembrança retorna: Neville perdeu as senhas.

Dessa vez, não é rumor. Não é teoria. Não é conversa em Hogsmeade.

Sirius Black esteve dentro do dormitório da Grifinória. A poucos metros de Harry.

E o capítulo termina assim — com a festa se dissolvendo em medo.

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